O que acontece quando a família Zusak abre as portas de seu lar para três cães enormes, selvagens e durões que foram resgatados da rua? Reuben é mais um lobo que um cão de caça; Archer é dourado, bonito e destrutivo; e Frosty, sorridente e rancoroso, move-se como uma tempestade de trovões.
Só há uma resposta possível: caos. A família se vê envolvida em episódios de brigas na rua, confusões no parque, constrangimentos públicos, danos a propriedades, machucados, idas ao hospital e ao veterinário, visitas da polícia, comédia pura, tragédias chocantes e derrotas caóticas. É ler para crer.
A narrativa é uma soma de faltas e falhas, força de vontade e o mais importante: uma explosão de amor, além da alegria e do reconhecimento do que significa família.
Três cães selvagens (e a verdade) é um livro de memórias delicado, multifacetado e com uma escrita extremamente tocante sobre a necessidade humana de conexão e desordem. É uma carta de amor aos animais que trazem graça e beleza — assim como a verdade visceral da natureza — direto à nossa porta e à nossa vida e nos mudam para sempre.
Filho de pai austríaco e mãe alemã, o autor australiano decidiu escrever A menina que roubava livros a partir da experiência dos pais sob o nazismo em seus países de origem. Markus Zusak realizou ampla pesquisa sobre o tema na própria Alemanha, checando informações em Munique e visitando o campo de concentração de Dachau. Algumas histórias da ficção são recordações de infância da mãe.
Eu sou o mensageiro rendeu-lhe os prêmios Livro Jovem do Ano,da Publisher’s Weekly, e Livro do Ano para Leitores mais Velhos, concedido pelo Conselho Australiano de Livros Infantis. A menina que roubava livros o consagrou internacionalmente, liderando as listas de livros mais vendidos do jornal The New York Times e de vários veículos da mídia brasileira.